Cartas Cope

Cartas Cope, 88 cartas – Uma ferramenta para ajudar a expressar e compartilhar nossas histórias, aflições internas e superar experiências traumáticas.

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Descrição

Cartas Cope, 88 cartas – Uma ferramenta para ajudar a expressar e compartilhar nossas histórias, aflições internas e superar experiências traumáticas.

O mundo de hoje precisa de todos os instrumentos para a paz que possamos inventar. As Cartas Cope são o projeto comunitário de um pintor russo, um terapeuta israelense e uma editora alemã.

Suas imagens nos levam a histórias internas de aflição e alegria e nos ajudam a expressá-las e compartilhá-las. As imagens não são tabloides, mas transmitem o conteúdo emocional dos eventos. Como imagens sugestivas, elas já estão provando seu valor em todo o mundo.

O caminho do trauma para a cura é retratado em suas belas e múltiplas variações. Cada deck do COPE é acompanhado por um manual com exemplos de uso e o embasamento teórico da cura de traumas. As Cartas Cope também funcionam bem em combinação com nossos outros títulos desta série.

Autores: Ofra Ayalon, Moritz Egetmeyer
Obra: Marina Lukyanova

Autor

Ofra Ayalon é médica em psicologia e diretora da Nord International Trauma Consultancy. Ela também chefia o COPE Center, que treina profissionais em Israel no uso de cartas terapêuticas, é contratada como editora científica da Nord Publications e promove The OH-Cards em Israel.

Durante seus 35 anos de carreira na Universidade de Haifa, Ofra escreveu e publicou muitos artigos, livros e programas de intervenção sobre assuntos de divórcio, violência doméstica e abuso infantil, morte e luto, prevenção de suicídio, guerra e terrorismo. Suas publicações estão disponíveis em vários idiomas, incluindo hebraico, inglês, árabe, tailandês, finlandês, croata e espanhol. Como instrutora e consultora, Ofra trabalhou com profissionais de saúde mental em comunidades traumatizadas em Israel, África do Sul, Angola, ex-Iugoslávia e Irlanda.

Ela também treinou profissionais no Japão, Coréia do Sul, Tailândia, Finlândia, Inglaterra e Portugal. O foco atual de Ofra são os efeitos e a prevenção da violência na mídia, na sociedade e na família, e no uso de cartas associativas (os cartões OH e suas ramificações) para promover a comunicação e a criatividade.

Moritz Egetmeyer cresceu na Floresta Negra da Alemanha e se mudou para Vancouver, Canadá, para estudar psicologia humanística. Foi lá que ele conheceu as cartas OH e, logo depois, Ely Raman pessoalmente. Fascinado com as possibilidades que OH apresenta como uma ferramenta de autodescoberta não dogmática, Moritz tentou colocar as cartas nas mãos de uma editora européia.

Esse desejo se mostrou insatisfatório, o que o levou a estabelecer uma empresa. Sem ter planejado com antecedência, ele trouxe um gênero incomparável de cartas associativas e metafóricas para um público cada vez maior. O feedback de usuários das cartas em todo o mundo confirma o valor de seu trabalho.

Marina Lukyanova nasceu em Leningrado, arquiteta e professora de matemática. Seu pai, o arquiteto e um aquarelista hábil, voltava para casa de toda a Rússia com esboços que ele fazia durante suas frequentes viagens.

Foi ele quem treinou Marina desde a infância para reproduzir no papel a beleza da vida, quando e onde quer que ela a encontrasse. Marina passou todos os verões da infância com os pais no país, andando de bicicleta por lagos e campos, sempre acompanhada de sua caixa de tinta. Por isso, a beleza natural do norte da Rússia se tornou para ela um baú de inspiração artística.

De 1982 a 1987, Marina frequentou uma escola de arte para jovens estudantes. Em 1989, ela começou seus estudos formais na Academia de Belas Artes de São Petersburgo, onde há 250 anos, antes dela, os mais famosos artistas e arquitetos russos vinham recebendo seu treinamento. Tradicionalmente, essa universidade valoriza suas faculdades de arquitetura, gráfica e aquarela. Marina se formou nesta Academia em 1996, escolhendo arte para sua profissão. Desde que saiu da Academia, Marina vive seu sonho de combinar, através de viagens, a descoberta de novos lugares e pessoas com sua busca de inspiração artística. Ela gosta da maneira bonita como eventos imprevisíveis ocorrem e se fundem com seu estilo de vida escolhido.

Nos últimos anos, Marina é fascinada pela Itália e sua cultura. Atualmente, ela passa o verão lá, pintando. A Itália, diz ela, trouxe mais sol e luz para seu trabalho, também para as ilustrações de livros que faz no inverno em casa, em São Petersburgo. Marina inclui como fontes de inspiração os impressionistas franceses, o grupo NABI, Picasso, Turner e a “Era da Prata” russa. Atualmente, ela considera o Renascimento italiano o seu “oceano mais profundo de inspiração”.